REVISTA VEJA

3:28 pm Diversos

Há tempos venho alertando em meus cursos, aqui no Blog, em entrevistas e no site da Scritta (http://www.scrittaonline.com.br/) sobre as vantagens competitivas de escrever e falar corretamente.
Eis que numa manhã de domingo me deparo com a última edição da revista Veja (12 de setembro de 2007). Para minha satisfação, constatei que a preocupação com o bom uso da linguagem e no que ela pode contribuir para o desenvolvimento profissional não é apenas minha. A revista publicou um estudo que relaciona diretamente a ascensão profissional ao vocabulário que a pessoa domina.
Além da abordagem da Língua Portuguesa no mundo corporativo, a Veja explorou questões como o “Internetês” e a reforma ortográfica. Assuntos polêmicos, para os quais devemos estar antenados.
Se você não teve a oportunidade de ler a revista não se preocupe! O importante é se manter atualizado e sempre buscar a reciclagem do conhecimento para o crescimento pessoal e profissional.
Em breve colocarei as principais informações da Veja no site da Scritta e podemos utilizar o Blog para debatermos o assunto.Aquele abraço!

2 Responses

  1. Anonymous Says:

    Falando em falar corretamente, por favor, quando é que o uso do gerúndio é correto?
    muitíssimo obrigada!!!

  2. Anonymous Says:

    Laila, muito interessante a proposta deste blog, não sou escritora profissional, mas aí vai um textinho que outro dia escrevi, me divertindo um pouquinho. Espero que goste.
    Abraços,
    Carla Benson
    cabenson@uol.com.br

    Meus sinceros agradecimentos

    Não posso deixar de ser grata aos que me pegaram no pé algumas vezes, não mais esqueci dos puxões de orelha, estes que me ajudaram a acumular um vocabulário um pouquinho diferente, e muitas vezes, no mercado de trabalho, a diferença é o que faz diferença.
    Iniciados em simples diálogos infanto-juvenis, acabaram sendo uma maneira de memorizar algumas regrinhas de português, confesso que, por vezes, faço uma pequena viagem no tempo, retorno até eles antes de falar ou escrever.
    - Nossa Vó, “tá” um calorão tão grande lá fora que até soei, só de ir até a padaria!
    - Nossa, você soou?
    - É Vó!
    - Olha só! Minha neta é um sino!
    - Hein?
    - Quem soa é o sino, as pessoas suam!
    Esta regrinha, uso muito, e o que mais me agrada ao lembrar dela, é que esta esperta velhinha só cursou até o segundo ano primário.
    - Pai, sabe a tia Ana? Eu vi ela hoje.
    - Viela? Você passou por uma pequena via hoje?
    - O que pai? Estou dizendo que vi a tia Ana hoje.
    - Ah! A tia Ana, você a viu hoje. Porque viela é uma rua bem pequena.
    Próclises, ênclises e mesóclises, basta começar a usá-las para se perder o medo. Jânio Quadros que o diga!
    - Professor, por favor, escreve na lousa pra mim copiar!
    Nossa que aluna interessada, na segunda fileira da classe, pedindo para anotar a explicação…
    Se havia alguém dormindo naquela sala de cursinho, certamente acordou. De microfone na mão, desceu do palco, subiu na carteira vazia da fileira da frente, e deu um sonoro berro:
    - MIM não faz P**** alguma, porque é objeto! Se alguém faz alguma coisa é o EU, porque este sim é o sujeito!
    - Nossa o professor falou um palavrão! – ouviu-se de uma fileira mais atrás.
    - Falei – respondeu o professor – e ela também. Porque só reclamam do meu?

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